terça-feira, 29 de julho de 2008

SABER VIVER

SABER VIVER...
Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,Nem longa demais,
Mas que seja intensa,Verdadeira, pura... Enquanto durar"
Cora Coralina

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Queridos Colegas!

Ao criar este Blog, pensei num espaço em que pudessemos tirar dúvidas, trocar experiências e ajudarmos uns aos outros a realizar as tarefas de nosso curso de Pós-graduação, mesmo as individuais, pois as dicas dos colegas podem ser o ponto de partida para pesquisas.
Mas, não vale só buscar ajuda, é preciso também colaborar com o grupo, pois um espaço de construção colaborativa, como o próprio nome diz, necessita da colaboração ativa de todos os seus membros.
Sendo assim, não se acanhem em perguntar e muito menos em responder, pois todos estamos ávidos por novos conhecimentos e repletos de dúvidas.
Conto com vocês, na condução deste trabalho, que poderá, inclusive, ajudar em nossa monografia, pois reunirá uma série de discussões em torno da temática de nosso curso.
Um grande e carinhoso abraço,
Fátima Juchem.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Quem morre...

Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is”
em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando esta infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente
quem abandona um projeto antes de inicia-lo,
não pergunta sobre o assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar.
“Somente a perseverança fará com que conquistes um estágio esplêndido de felicidade.”

Pablo Neruda